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INFRAESTRUTURA EM DESTAQUE - 17/03/2026

  • há 12 minutos
  • 4 min de leitura

Destaques do Dia

17/03/2026

João Pedro Boskovic Cortez joao.cortez@vallya.com

Alan da Mota Penteado Rafaini alan.rafaini@vallya.com


Leilão do Galeão atrai ao menos quatro interessados em venda assistida: O Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos, publicou o edital de concessão do Aeroporto Internacional Tom Jobim, com leilão marcado para 30 de março de 2026, na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo (SP). O objetivo da concessão é reestruturar o aeroporto após dificuldades enfrentadas no contrato anterior, além de impulsionar o crescimento da aviação internacional e aumentar a competitividade do ativo. O novo leilão ocorre após o processo de repactuação conduzido junto ao Tribunal de Contas da União, que redefiniu as condições contratuais para atrair investidores e garantir maior viabilidade econômica. O projeto prevê a transferência da administração do terminal à iniciativa privada, com foco na ampliação da capacidade operacional e melhoria dos serviços. Entre os potenciais participantes estão o RIOgaleão, a Zurich Airport e a Aena, além de outros grupos ainda não confirmados. O contrato prevê investimentos superiores a R$ 1 bilhão ao longo da concessão, com lance mínimo de R$ 932 milhões a ser pago ao governo. A nova operadora deverá assumir a gestão completa do aeroporto, incluindo operação, manutenção e melhorias na infraestrutura, com expectativa de expansão da capacidade e modernização do terminal. O prazo para entrega das propostas vai até 24 de março de 2026. (Valor Econômico)


Leilão de capacidade energética será realizado nesta semana: O Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, realizará os novos leilões de reserva de capacidade em 2026, com previsão de contratação de potência adicional para o sistema elétrico nacional. O primeiro leilão está previsto para 18 de março, seguido por outro no dia 20. O leilão busca suprir um déficit de potência, especialmente em horários críticos do sistema. A realização ocorre após o adiamento do leilão previsto para 2024, que não aconteceu devido a disputas judiciais e incertezas regulatórias, gerando uma demanda reprimida por contratação de capacidade. O modelo do leilão é segmentado por tecnologia, incluindo usinas hidrelétricas e termelétricas. Porém, especialistas apontam que o desenho pode limitar a competição ao priorizar fontes específicas, em vez de permitir a disputa entre diferentes soluções capazes de fornecer potência flexível. Os leilões devem movimentar até R$ 123 bilhões em investimentos, com contratos voltados à contratação de energia de diversas fontes, incluindo térmicas a gás, carvão, óleo e possíveis projetos de armazenamento. Os preços-teto definidos chegam a cerca de R$ 2,9 milhões por MW ao ano, refletindo o aumento global dos custos de implantação, especialmente de termelétricas. Contudo é necessário destacar, que neste momento, fica evidente que há dois caminhos para o setor energético: continuar financiando tecnologias dispendiosas e ultrapassadas ou abrir as portas para soluções que entregam o que o sistema realmente precisa urgentemente, isto é potência despachável de alta flexibilidade que custa uma fração do preço. (CNN Brasil)



Outras notícias


  • Após a concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá (PR), o Governo Federal avança na agenda de concessões portuárias e prevê realizar até três novos leilões ainda em 2026. A prioridade, segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, segue a ordem de maturidade dos projetos: Itajaí (SC), Rio Grande (RS) e Santos (SP). O projeto mais avançado é o de Itajaí, já em análise no Tribunal de Contas da União. A expectativa é obter aval do tribunal para, na sequência, ajustar o modelo e lançar o edital, o investimento estimado é de R$ 2,8 bilhões. Posteriormente, o governo estrutura a concessão do sistema aquaviário do Rio Grande do Sul, que combina o canal de acesso ao Porto de Rio Grande com hidrovias regionais. O modelo integrado busca capturar sinergias operacionais e viabilidade econômica, com previsão de cerca de R$ 134 milhões em investimentos. Já o projeto do canal de Santos, de maior relevância na carteira do setor, está em fase de consulta e audiência pública na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). A modelagem prevê aprofundamento do canal para até 17 metros, com estudos para 18 metros, e investimentos estimados em R$ 6,45 bilhões. O pipeline inclui ainda a concessão dos canais portuários da Bahia, que já passou por consulta pública e está na fase de consolidação das contribuições. (Serra em Pauta)


  • Hoje (17), a Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realizou uma audiência pública para discutir o futuro das concessões das BR-116 e BR-324, após o encerramento do contrato da Via Bahia. O foco é avaliar os próximos passos do projeto conhecido como Rota 2 de Julho, já encaminhado ao Tribunal de Contas da União. O debate trata de quatro pontos críticos: (i) transparência no novo modelo de concessão; (ii) execução de obras – especialmente duplicações; (iii) política tarifária; e (iv) impactos econômicos para usuários e cadeias logísticas. As duas rodovias são eixos estruturantes do transporte na Bahia e no Nordeste, deste modo, qualquer falha na modelagem, seja em tarifa, cronograma de obras ou exigências contratuais, tem efeito direto sobre custo de frete, mobilidade regional e preço final de bens e serviços. O envio do projeto ao TCU marca a transição entre modelagem e validação institucional. A audiência ocorre nesse momento para pressionar por ajustes antes da publicação do edital, reduzindo risco de um novo ciclo de problemas como o observado na concessão anterior. (Câmara do Deputados)


  • A Prefeitura Municipal de Caxias do Sul (RS) definiu o vencedor da licitação destinada à construção da primeira etapa do Aeroporto da Serra Gaúcha. O consórcio liderado pela Construtora Artec S/A foi o primeiro colocado na licitação, com a pontuação de 81,10 pontos, superando por margem estreita um consórcio de empresas paulistas. A licitação entra agora na fase de habilitação final, em que o consórcio deverá comprovar capacidade econômico-financeira e qualificação técnica. Caso não atenda aos requisitos, o segundo colocado será convocado. Após essa etapa, ainda haverá prazo para recursos antes da homologação definitiva. O projeto envolve investimento de cerca de R$ 200 milhões, financiado com recursos federais, e contempla a execução de projetos de infraestrutura essencial para operação aeroportuária, como pista e sistemas associados. (Portal BE News)


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